domingo, 24 de agosto de 2014

A Teoria de Tudo cinebiografia de Stephen Hawking

A Teoria de Tudo cinebiografia de Stephen Hawking
A Teoria de Tudo Trailer Oficial (2015) Legendado do filme dirigido por James Marsh e com Felicity Jones, Eddie Redmayne, Emily Watson A filme contará sobre o relacionamento do famoso físico Stephen Hawking (interpretado por Eddie Redmayne) com sua esposa Jane (vivida por Felicity Jones), desafiado pela doença de Hawking, portador de esclerose lateral amiotrófica. 

Dirigido por: James Marsh Com: Felicity Jones, Eddie Redmayne, Emily Watson
Gênero: Drama Nacionalidade: UK Título original: The Theory of Everything 

Baseado no livro de memórias “Travelling to Infinity: My Life with Stephen,” de Jane Hawking, o longa foca o relacionamento do famoso físico com sua esposa Jane (vivida por Felicity Jones, de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2′), desafiado pela doença de Hawking, portador de esclerose lateral amiotrófica. 

O cineasta James Marsh, responsável pelo documentário vencedor do Oscar ‘O Equilibrista’, dirige o filme, a partir do roteiro de Anthony McCarten. ‘The Theory of Everything‘ será lançado em 7 de novembro nos EUA, bem na temporada pré-Oscar. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Assista o trailer

Professora com Síndrome de Down dá aulas e palestras sobre inclusão


Professora com Síndrome de Down dá aulas e palestras sobre inclusão.
RIO - Para a educadora potiguar Débora Seabra, de 33 anos, inclusão é a palavra de ordem. Com dez anos de carreira, ela foi a primeira pessoa com Síndrome de Down a lecionar no país, e hoje é professora auxiliar da educação infantil na Escola Doméstica, instituição privada de ensino em Natal, no Rio Grande do Norte. Sua história é um dos estudos de caso que serão apresentados no Educação 360, seminário promovido em setembro pelos jornais O GLOBO e “Extra” em parceria com o Sesc e a Prefeitura do Rio.

- Para seguir o magistério, é preciso paciência. E eu me dou muito bem com os alunos. Quando um aluno chega, ele vem e me abraça - afirma.

Além do trabalho em sala de aula, Débora dá palestras sobre educação inclusiva e se dedica à literatura infantil. No ano passado, lançou o livro “Débora conta histórias” (Editora Objetiva), em que os personagens enfrentam preconceitos. Num dos contos, um pato é discriminado por não querer namorar outras patas, mas sim outros patos. Há também a história de uma galinha surda e um sapo que não sabe nadar.

- São histórias que acontecem com animais, mas poderiam acontecer com qualquer pessoa - revela a escritora.

Sua atuação como palestrante já alcançou outros países: Argentina, Portugal e Estados Unidos. Este ano, no dia 21 de março, data em que se comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down, ela chegou a ministrar uma palestra na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

- Nas palestras, falo sobre inclusão - conta. - A pessoa com Síndrome de Down tem que estudar no ensino regular, sou contra escolas especiais. Eu só cheguei até aqui porque estudei na rede regular.

ESCOLA ESPECIAL, FATOR LIMITADOR

Mãe de Débora, a advogada Margarida Seabra nem cogitou a possibilidade de matricular sua filha numa escola especial. Uma das fundadoras da Associação de Síndrome de Down do Rio Grande do Norte e criadora da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RN, ela tece severas críticas à escola especial, que atende exclusivamente alunos com algum tipo de deficiência física ou mental.

- A escola especial é um crime. O aluno com Down precisa enfrentar desafios, conviver com a diversidade.

Para a psicopedagoga Dulciana Dantas, que atende Débora há dez anos, o ensino especial para este tipo de caso acaba interditando os direitos das pessoas de participar da vida em geral. Ela defende a combinação de ensino regular com atividades de assimilação pedagógica. Nas sessões com Débora, Dulciana realiza um trabalho didático-pedagógico, repassando com a professora o planejamento escolar que será realizado por sua turma.

- Nós também trabalhamos com discussão e produção de textos. Débora é uma das pessoas mais obstinadas e empreendedoras que já conheci ao longo de 15 anos de carreira.

Ao terminar o ensino médio, Débora ingressou no curso de magistério da Escola Estadual Professor Luiz Antônio, onde foi vítima de preconceito e sofreu.

- Nos trabalhos em sala, eu costumava ficar sem grupo. E cheguei a ser agredida, quando uma menina me obrigou a cheirar o seu tênis. Eu tive que lutar pela inclusão - relata.

Mas Débora não desistiu do seu objetivo e acabou conquistando a admiração de alunos e professores. Ela recebeu o título de “Rainha da Escola” e foi homenageada na cerimônia de formatura do curso, em 2004 .

Concluído o ensino técnico, o próximo passo foi fazer estágio numa creche na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). E há dez anos ela trabalha como professora auxiliar na Escola Doméstica. A professora Gina Maria Borba, que divide a sala de aula com Débora, é toda elogios para sua colega de trabalho.

- A cada dia que passa, Débora se mostra mais interessada - diz. - Está sempre disposta a trabalhar, e me ajuda em diversas atividades como colagem e narração de histórias. E o fato de ter Síndrome de Down é encarado com naturalidade pelos alunos.

O seminário Educação 360 acontece nos dias 5 e 6 de setembro na escola Sesc do Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 19 de agosto somente através do site do evento, que fica no endereçowww.educacao360.com


Fonte: G1 Globo

terça-feira, 8 de julho de 2014

Fundação Estudar oferece bolsas de estudo no Google

Clique na foto para aumentar

Quem já pensou em trabalhar no Google pode ter uma grande oportunidade de ingressar na empresa. A Fundação Estudar está oferecendo bolsas de estudos em três diferentes áreas do Google. Além do do incentivo financeiro, os selecionadas participam de palestras e atividades sociais. 

Bolsa Anita Borg Memorial
A bolsa Anita Borg Memorial foi feita em sua homenagem a cientista norte-americana responsável pela fundação da Grace Hopper of Women in Computing, e busca encorajar mulheres a participar ativamente dos campos da computação e da tecnologia. A bolsa oferece uma recompensa financeira de um ano acadêmico e é voltada a mulheres que tenham ou não graduação. Saiba mais informações

As candidatas serão selecionadas através de uma análise de seus currículos acadêmicos. Além do incentivo financeiro, as selecionadas participam de palestras e de atividades sociais do Google. Para mais informações, as interessadas devem enviar  um e-mail para anitaborgscholarship@google.com. 

Quer ver como é o Google Brasil por dentro? Clique aqui e veja fotos

Google Summer of Code
O Google Summer of Code é um programa global que estimula estudantes a desenvolver códigos para projetos de plataforma open-source. Os selecionados recebem acompanhamento e mentoria e o curso dura 3 meses.Saiba mais informações.

Lime Connect
Por meio da sua parceria com o Lime Connect, o Google oferece bolsas de estudo na área de ciências da comunicação para jovens que têm alguma deficiência. O programa é voltado para pessoas que tenham algum tipo de deficiência e esteja cursando a graduação ou a pós-graduação. As vagas são para os Estados Unidos ou Canadá. As dúvidas podem ser tiradas pelo e-mail recruiting@limeconnect.com. Saiba mais informações.

Fonte: ibhaia

segunda-feira, 30 de junho de 2014

30 cursos gratuitos de TI oferecidos pelo governo - via Olhar Digital

Matéria original no site http://olhardigital.uol.com.br

Há uma boa variedade de sites que oferecem cursos gratuitamente para quem deseja se inteirar sobre a indústria tecnológica - uma das que mais crescem atualmente. Nem todos estão disponíveis em português, o que afasta alguns brasileiros que se interessam pela área, mas o Brasil não está tão carente de iniciativas do tipo.

Uma das principais é a Brasil Mais TI, que, sob tutela do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, oferece cursos, informações e um espaço para exposição de currículos e vagas de emprego.

Com foco nos jovens de 16 a 23 anos - embora esteja aberto a qualquer interessado -, o programa tem 50 mil pessoas cadastradas e já concluiu cerca de 125 mil capacitações. São 30 cursos, que abrangem programação, algoritmos, web e até gestão empresarial.

Confira:

#
Nome do curso
Categoria
1
Capacitação .NET
2
Capacitação .NET
3
Capacitação .NET
4
Capacitação .NET
5
Capacitação .NET
6
Capacitação .NET
7
Capacitação .NET
8
Capacitação Cobol
9
Capacitação Cobol
10
Capacitação Cobol
11
Capacitação Cobol
12
Capacitação Java
13
Capacitação Java
14
Capacitação Java
15
Capacitação Java
16
Capacitação Java
17
Capacitação Java
18
Capacitação Java
19
Capacitação TOTVS
20
Capacitação TOTVS
21
Cursos Livres
22
Cursos Livres
23
Cursos Livres
24
Cursos Livres
25
Cursos Livres
26
Cursos Livres
27
Cursos Livres
28
Cursos Livres
29
Cursos Livres
30
Cursos Livres

Para mais informações, acesse aqui.

Para quem quer acertar na hora de escolher o curso superior

Esse aplicativo ajuda a identificar o curso ou os cursos mais relacionados com seus interesses ou afinidades educacionais e profissionais. Experimente agora!


O que é

Uma ferramenta online que, por meio da simulação de "conversas", revela os principais interesses e afinidades educacionais.

Para quem é útil

Para quem está em dúvidas sobre seus interesses educacionais e para quem sabe o que quer e gostaria de confirmar o acerto da sua escolha.


sábado, 28 de junho de 2014

As razões mais comuns para um candidato ser negado após a pesquisa nas redes sociais

Já não é novidade que, cada vez mais, os recrutadores estão contando com as redes sociais para encontrar informações adicionais sobre potenciais candidatos. No entanto, eles não têm se impressionado positivamente com o que veem. De acordo com um levantamento realizado pelo site CareerBuilder, 51% dos empregadores que fazem essa pesquisa dizem que encontram conteúdos que fazem com que o candidato não seja contratado, número que aumentou em relação aos anos anteriores (43% em 2013 e 34% em 2012).

Entre os recrutadores entrevistados, 43% já usam as redes sociais para analisar ou encontrar candidatos e 12% planejam começar. Além disso, 45% também usam sites de pesquisa, como o Google, para encontrar mais informações sobre os profissionais.

As razões mais comuns para um candidato ser negado após a pesquisa nas redes sociais são:

- Postar fotos ou informações provocantes e inapropriadas (46%);
- Postar informações sobre consumo de bebidas ou uso drogas (41%);
- Falar mal sobre as empresas anteriores ou colegas de trabalho (36%);
- Ter pouca habilidade de comunicação (32%);
- Fazer comentários preconceituosos sobre raça, gênero, religião etc. (28%);
- Mentir sobre as qualificações (25%);
- Compartilhar informações confidenciais dos empregadores anteriores (24%);
- Ser associado a uma conduta criminal (22%);
- Ter um perfil com um nome não-profissional (21%);
- Mentir sobre ausência no trabalho (13%).

Mas nem tudo está perdido: 33% dos recrutadores que pesquisam candidatos nas redes sociais dizem que encontraram um conteúdo que ajudou positivamente em uma contratação, sendo que 23% dizem que a contratação foi direta a partir dessa pesquisa.

Entre as razões que baseiam a contratação de acordo com a presença nas redes sociais estão:

- Ter uma boa sensação sobre a personalidade do candidato, que se enquadra na cultura da empresa (46%);

- Ver que os antecedentes do candidato servem de apoio para suas qualificações profissionais (45%);

- Ver uma imagem profissional na página (43%);

- Ver que o candidato tem uma grande gama de interesses (40%);

- Entender que o candidato tem habilidade de comunicação (40%);

- Ver que o candidato é criativo (36%);

- Ver que o candidato recebeu prêmios e elogios (31%);

- Encontrar postagens de outras pessoas com referências sobre o candidato (30%);

- Ver que o candidato interagiu com o perfil nas redes da empresa recrutadora (24%);

- Ver que o candidato tem um bom número de seguidores ou assinantes (14%).

“É importante que os candidatos lembrem que tudo o que eles postam na internet – e, em alguns casos, o que outros postam sobre eles – pode ser encontrado por potenciais empregadores, o que pode afetar suas chances de contratação”, diz Rosemary Haefner, vice-presidente de Recursos Humanos do CareerBuilder.

Privacidade
Muitos profissionais e recrutadores estão tomando medidas para proteger sua privacidade e evitar o excesso de compartilhamento com potenciais empregadores. Cerca de 47% apenas compartilham suas informações com amigos e familiares, 41% têm o perfil configurado para “privado” e 18% do total de entrevistados mantém uma página pessoal e uma página profissional em separado. 28% dos trabalhadores não têm perfis nas redes sociais.

A pesquisa foi realizada com 2.138 recrutadores e profissionais de Recursos Humanos e 3.022 trabalhadores acima de 18 anos, entre fevereiro e março de 2014, nos Estados Unidos.

Leia mais

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...